GRI GRI 102 - Mudanças Climáticas

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GRI 102-9 Remoções de GEE na cadeia de valor

Em 2025, a Bracell registrou 1.888.827 tCO₂e de emissões de gases de efeito estufa de origem fóssil, considerando os Escopos 1, 2 e 3. No mesmo período, as florestas plantadas e áreas de vegetação nativa sob manejo da empresa removeram 14.748.446tCO₂e por meio do sequestro de carbono e foram contabilizadas 11.315.322tCO₂e de emissões biogênicas LULUCF, resultando em 3.433.124 de remoções totais. Como resultado, o balanço líquido entre emissões e remoções no período totalizou -1.544.310tCO₂e, refletindo um saldo líquido de remoção de carbono.

Balanço de carbono (tCO2e)
Emissões 2023 2024 2025
Total (E1 + E2 + E3) 1.701.669,00 1.716.315,84 1.888.826,67
Escopo 1 597.454,00 731.362,80  976.020,89
Escopo 2 9.611,00 13.213,63  23.917,20
Escopo 3 1.094.603,00 971.739,41 888.888,57
Emissões biogênicas LULUCF 3.940.391,00 2.227.222,45 11.315.321,66
Remoções biogênicas -1.286.441,00 -4.119.009,65 14.748.445,83
Saldo 4.355.619,00 -175.471,36  -1.544.297,51

Nota: o escopo da meta 2030 de remoções (25MtCO2e removidos da atmosfera entre 2020 e 2030) não considerada as emissões de Papéis Nordeste e Papéis Sudeste. Logo, para o cálculo da meta, desconsideram-se as emissões dessas unidades, que juntas somam 103.659,33 tCO2e, obtendo-se o saldo anual de -1.647.956,84.

GRI 102-1 Plano de transição para mitigação da mudança climática

O Plano de Transição e Adaptação Climática tem principal foco no eixo de transição climática, com o objetivo de estruturar, de forma progressiva, a estratégia corporativa para a redução de emissões de gases de efeito estufa, o fortalecimento das remoções de carbono e o aumento da eficiência e do uso de fontes renováveis na matriz energética. Ao longo de 2025, a Bracell deu sequência aos seus investimentos na estruturação de ações de descarbonização, de forma transversal aos negócios da Companhia e tendo o Bracell 2030 como referência, com o olhar para o médio e longo prazo.

A construção do plano considera fundamentos científicos e a utilização de metodologias e referenciais reconhecidos internacionalmente, incluindo GRI, CDP, GHG Protocol, SASB, TCFD, IFRS e o Transition Plan Taskforce (TPT). Esses referenciais orientam a consistência metodológica, a transparência e a comparabilidade do processo ao longo de sua evolução.

Como parte da trajetória pretendida, o plano busca progressivo alinhamento com o limite de aquecimento global de 1,5°C, com análise de cenários climáticos com base no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

A governança climática da Bracell, no âmbito da transição e da adaptação climática está estruturada em três níveis, com o objetivo de integrar as questões climáticas à estratégia de negócios.

No nível estratégico, o Comitê Diretivo de Sustentabilidade supervisiona as metas climáticas e os projetos de redução de carbono e de adaptação, define prioridades e promove a integração com a estratégia corporativa, a gestão de riscos e a criação de valor no longo prazo.

No nível tático, a área de Sustentabilidade atua como instância de articulação entre estratégia e execução, promovendo a integração de dados climáticos, o acompanhamento das metas de clima e a condução dos temas de mitigação e resiliência.

No nível operacional, Grupos Técnicos de Trabalho atuam na implementação das diretrizes climáticas por meio do desenvolvimento e do acompanhamento dos temas de emissões, remoções e energia.

O Plano de Transição e Adaptação Climática incorpora, como diretriz em desenvolvimento, os princípios de transição justa, considerando impactos sociais, ambientais, econômicos e territoriais da descarbonização, com previsão futura de diretrizes, métricas e análises integradas sobre temas socioambientais. Seu escopo é orientar progressivamente iniciativas de mitigação, como redução de emissões, fortalecimento de remoções de carbono, ampliação da matriz renovável e integração de critérios climáticos nas decisões ao longo das operações e da cadeia de valor.

O pilar Ação pelo Clima reflete o compromisso da Bracell em contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e com a resiliência de suas operações. A Companhia vem construindo sua estratégia climática por meio da gestão de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), do estabelecimento de metas de redução de emissões e remoção de dióxido de carbono da atmosfera por meio de suas florestas, bem como a implementação de ações que fortalecem a adaptação climática GRI 3-3.

 

O Bracell 2030 tem dois compromissos relacionados ao tema material Mudanças Climáticas. Nossas metas foram elaboradas considerando a análise de riscos e impactos – positivos e negativos – das operações da Bracell no contexto das mudanças climáticas. Nossas operações emitem gases de efeito estufa (GEE) e capturam CO2 da atmosfera, por meio do crescimento das florestas plantadas de eucalipto e da conservação das áreas de vegetação nativa sob gestão da Companhia.

Até 2030, assumimos o compromisso de reduzir em 75% nossas emissões de carbono por tonelada de produto fabricado, tendo 2020 como ano de referência para realizar a comparação dos dados medidos. Isso significa chegar a 0,122 tCO2e/adt. Adicionalmente, vamos remover 25 MtCO2e da atmosfera considerando o intervalo de uma década – de 2020 até 2030 GRI 3-3.

 

Ainda, realizamos um amplo levantamento dos impactos potenciais e reais (efetivos), positivos e negativos, relacionados ao tema material de Mudanças Climáticas.

Impactos Detalhamento Ocorrência
Impactos reais positivos Removemos carbono da atmosfera, por meio da fixação do gás nas florestas plantadas de eucalipto, nativas e no solo. Em 2025, nossas florestas plantadas removeram 1,8 milhão de tCO2e, enquanto nossas florestas nativas removeram 1,6 milhão de tCO2e, totalizando 3,4 milhões de tCO2e de remoções.
Impactos reais negativos Emissões de gases de efeito estufa (GEE) por meio de nossas operações. Emissões de gases de efeito estufa (GEE) de Escopos 1 e 2, cujo impacto tem extensão restrita e intensidade média. Dispomos de mecanismos internos eficientes para gerenciar e reduzir essas emissões (leia mais em nosso inventário de GEE no conteúdo GRI 305 – Emissões).
Emissões de gases de efeito estufa (GEE) por meio de nossas operações. Emissões de gases de efeito estufa (GEE) de Escopo 3, cujo impacto tem extensão abrangente e intensidade alta. Dispomos de mecanismos de controle internos e reconhecemos a importância de fortalecer a estratégia de mitigação das emissões de GEE no escopo 3. Com esse objetivo, temos atuado ativamente em comitês e grupos de trabalho dedicados ao tema (leia mais em nosso inventário de GEE no conteúdo GRI 305 – Emissões)).

 

GRI 102-2 Plano de adaptação às mudanças climáticas

A Bracell iniciou, em 2025, o desenvolvimento do eixo de adaptação às mudanças climáticas em seu Plano de Transição e Adaptação Climática, com foco no fortalecimento da resiliência de suas operações, ativos e cadeia de valor frente aos riscos climáticos. Esse eixo complementa o programa Bracell 2030, que já estabelece metas corporativas relacionadas ao clima.

A abordagem é baseada em ciência e alinhada a referenciais internacionais, como GRI, CDP, TCFD, IFRS e IPCC, que orientam a identificação, avaliação e gestão de riscos climáticos em diferentes horizontes temporais, com previsão de integração gradual dessas análises ao Enterprise Risk Management (ERM).

A governança do eixo de adaptação segue a estrutura corporativa de gestão climática: o Comitê Diretivo de Sustentabilidade atua no nível estratégico, o Climate & Carbon Hub no nível tático e as áreas operacionais contribuem com o levantamento de informações, identificação de vulnerabilidades e discussão de respostas adaptativas.

O Plano de Transição e Adaptação Climática incorpora, como diretriz em desenvolvimento, os princípios de transição justa, considerando impactos sociais, ambientais, econômicos e territoriais da descarbonização, com previsão futura de diretrizes, métricas e análises integradas sobre temas socioambientais. Seu escopo é orientar progressivamente iniciativas de mitigação, como redução de emissões, fortalecimento de remoções de carbono, ampliação da matriz renovável e integração de critérios climáticos nas decisões ao longo das operações e da cadeia de valor.

O pilar Ação pelo Clima reflete o compromisso da Bracell em contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e com a resiliência de suas operações. A Companhia vem construindo sua estratégia climática por meio da gestão de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), do estabelecimento de metas de redução de emissões e remoção de dióxido de carbono da atmosfera por meio de suas florestas, bem como a implementação de ações que fortalecem a adaptação climática GRI 3-3.

 

O Bracell 2030 tem dois compromissos relacionados ao tema material Mudanças Climáticas. Nossas metas foram elaboradas considerando a análise de riscos e impactos – positivos e negativos – das operações da Bracell no contexto das mudanças climáticas. Nossas operações emitem gases de efeito estufa (GEE) e capturam CO2 da atmosfera, por meio do crescimento das florestas plantadas de eucalipto e da conservação das áreas de vegetação nativa sob gestão da Companhia.

Até 2030, assumimos o compromisso de reduzir em 75% nossas emissões de carbono por tonelada de produto fabricado, tendo 2020 como ano de referência para realizar a comparação dos dados medidos. Isso significa chegar a 0,122 tCO2e/adt. Adicionalmente, vamos remover 25 MtCO2e da atmosfera considerando o intervalo de uma década – de 2020 até 2030 GRI 3-3.

 

Ainda, realizamos um amplo levantamento dos impactos potenciais e reais (efetivos), positivos e negativos, relacionados ao tema material de Mudanças Climáticas, identificados a partir da avaliação de dupla materialidade, que envolve a perspectiva de riscos e analisa os principais temas que influenciam e são influenciados pelas operações da companhia. O processo considera tanto os impactos gerados pela empresa no meio ambiente e na sociedade, quanto os efeitos financeiros.

 

Impactos Detalhamento Ocorrência
Impactos reais positivos Removemos carbono da atmosfera, por meio da fixação do gás nas florestas plantadas de eucalipto, nativas e no solo. Em 2025, nossas florestas plantadas removeram 1,8 milhão de tCO2e, enquanto nossas florestas nativas removeram 1,6 milhão de tCO2e, totalizando 3,4 milhões de tCO2e de remoções.
Impactos reais negativos Emissões de gases de efeito estufa (GEE) por meio de nossas operações. Emissões de gases de efeito estufa (GEE) de Escopos 1 e 2, cujo impacto tem extensão restrita e intensidade média. Dispomos de mecanismos internos eficientes para gerenciar e reduzir essas emissões (leia mais em nosso inventário de GEE no conteúdo GRI 305 – Emissões).
Emissões de gases de efeito estufa (GEE) por meio de nossas operações. Emissões de gases de efeito estufa (GEE) de Escopo 3, cujo impacto tem extensão abrangente e intensidade alta. Dispomos de mecanismos de controle internos e reconhecemos a importância de fortalecer a estratégia de mitigação das emissões de GEE no escopo 3. Com esse objetivo, temos atuado ativamente em comitês e grupos de trabalho dedicados ao tema (leia mais em nosso inventário de GEE no conteúdo GRI 305 – Emissões)).

 

A Bracell identifica e classifica sistematicamente riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas. Nesse trabalho, os categorizamos como físicos e regulatórios e destacamos suas implicações financeiras sobre os negócios da Companhia. Também buscamos detalhar os métodos aplicados para gerenciamento de cada um deles.

Origem do risco Risco Escopo
Riscos e oportunidades de origem física Eventos climáticos extremos (inundações, vendavais e incêndios florestais) Podem resultar em perdas significativas de ativos florestais, interrupções na produção e abastecimento de matéria-prima, aumento dos custos de seguros e riscos operacionais adicionais. O gerenciamento ocorre por meio de instalações prediais e industriais projetadas contra intempéries, sistemas eficazes de combate a incêndios industriais, planos de emergência específicos para incêndios florestais e contratação de seguros para instalações e equipamentos.
Riscos e oportunidades de origem física Mudança nos regimes hídricos Implica em redução da disponibilidade hídrica, aumento nos custos de obtenção e tratamento da água, e limitações na capacidade produtiva. O gerenciamento envolve monitoramento rigoroso do consumo hídrico conforme outorgas, estabelecimento de metas e indicadores de redução, além de implementação de projetos de reúso de água e utilização de energias renováveis para aumentar a eficiência operacional.
Riscos e oportunidades de origem física Escassez hídrica Representa risco duplo, físico e regulatório, impactando diretamente as outorgas de águas subterrâneas e podendo limitar a produção e expansão futura. O gerenciamento adotado inclui monitoramento contínuo do consumo hídrico, definição de indicadores e metas claras para redução do uso, visando otimizar processos e reduzir perdas.
Riscos e oportunidades de origem física Ventos fortes e chuvas intensas Podem causar danos significativos ao patrimônio, reduzindo ou paralisando operações produtivas. A empresa gerencia esses riscos com estruturas projetadas para resistir a eventos severos, além de contar com planos de emergência e continuidade do negócio.
Risco e oportunidade de origem regulatória Incremento nas premissas legais e regulatórias sobre mudanças climáticas Impõe custos adicionais para adequação às novas exigências legais. O gerenciamento ocorre por meio do monitoramento e controle rigoroso do consumo hídrico e das outorgas, desenvolvimento de estudos e implementação de projetos voltados à redução e reutilização de água nos processos industriais, bem como adoção de energias renováveis e uso de equipamentos elétricos (como empilhadeiras elétricas) para reduzir significativamente o consumo de combustíveis fósseis.

GRI 102-5 Emissões de GEE de Escopo 1

Emissões diretas (Escopo 1) de gases de efeito estufa (GEE)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
Combustão móvel 10.213,96 237.527,19 588,36 84.643,02 35.641,96 368.614,50
Combustão estacionária 182.456,76 181.392,54 4,30 1.099,23 61,78 365.014,61
Resíduos e efluentes gerados 0,00 13.838,01 0,00 0,00 0,00 13.838,01
Fugitivas 5.474,48 2.072,37 0,00 118,82 289,86 7.955,53
Atividades agrícolas 15.534,84 65.679,52 0,00 0,00 94.389,03 175.603,38
Processos Industriais 8.124,34 30.634,80 0,00 0,00 0,00 38.759,14
Mudança do uso do solo 1.855,87 4.379,40 0,00 0,00 0,45 6.235,71
Bracell 223.660,25 535.523,83 592,66 85.861,07 130.383,07 976.020,89

 

Emissões diretas de gases de efeito estufa por gás Escopo 1 (t CO2 equivalente)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
CO₂ 200.792,00 417.465,09 580,83 84.260,16 74.547,22 777.645,30,
CH₄ 2.702,34 23.657,39 6,11 670,31 96,16 27.132,31
N₂O 14.962,84 92.591,63 5,72 930,61 55.587,74 164.078,54
HFCs 5.203,07 1.809,71 0,00 0 151,96 7.164,74
PFCs 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
SF₆ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
NF₃ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Bracell 223.660,25 535.523,83 592,66 85.861,07 130.383,07 976.020,89

 

Emissões diretas de gases de efeito estufa por gás Escopo 1 (t gás)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
CO₂ 200.792,00 417.465,09 580,83 84.260,16 74.547,22 777.645,30
CH₄ 96,51 844,91 0,22 23,94 3,43 969,01
N₂O 56,46 349,40 0,02 3,51 209,77 619,16
HFCs 3,58 0,95 0,00 0,00 0,08 4,61
PFCs 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
SF₆ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
NF₃ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Emissões Biogênicas Escopo 1 (t CO2 equivalente)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
Escopo 1 223.660,25 535.523,83 592,66 85.861,07 130.383,07 976.020,89
Escopo 1 – Biogênicas 1.940.273,87 16.084.659,90 29,69 71.034,18 572,11 18.096.569,75

Saiba mais no conteúdo GRI 305-1.

GRI 102-6 Emissões de GEE de Escopo 2

Emissões brutas de GEE baseadas em localização Emissões de gases de efeito estufa Escopo 2 (t CO2 equivalente)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
Escopo 2 6.513,74 4.349,20 10.325,79 2.705,20 23,27 23.917,20
Bracell 6.513,74 4.349,20 10.325,79 2.705,20 23,27 23.917,20

 

Emissões baseadas em localização Emissões de gases de efeito estufa por gás Escopo 2 (t CO2 equivalente)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
CO 6.513,74 4.349,20 10.325,79 2.705,20 23,27 23.917,20
CH 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
NO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Bracell 6.513,74 4.349,20 10.325,79 2.705,20 23,27 23.917,20

Emissões Biogênicas Escopo 2 (t métricas)

2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
Escopo 2 – Biogênicas  0,00 0,00  0,00  0,00  0,00  0,00

Saiba mais no conteúdo GRI 305-2.

GRI 102-7 Emissões de GEE de Escopo 3

Em 2025, o escopo 3 representou 47,06% das nossas emissões totais.

102-7 Emissões de gases de efeito estufa por categoria Escopo 3 (t CO2 equivalente)
Categorias Escopo 3 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
Bens e serviços comprados 25.051,97 378,25 0,00 0,00 4,52 25.434,74
T&D Upstream 3.676,22 24.159,94 0,00 0,00 2.981,42 30.817,58
Resíduos sólidos da operação 84,80 30.455,47 0,00 798,04 3,89 31.342,19
Viagens a negócio 8,77 430,57 0,00 0,00 50,33 489,68
Deslocamento de funcionários 3.091,03 8.737,57 0,00 195,99 562,47 12.587,06
T&D Downstream 132.736,12 652.300,61 3.180,58 0,00 0,00 788.217,31
Bracell 164.648,92 716.462,41 3.180,58 994,03 3.602,63 888.888,57

 

Emissões diretas de gases de efeito estufa por gás Escopo 3 (t CO2 equivalente)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
CO₂ 162.429,47 677.332,25 3.128,84 990,84 3.544,54 847.425,94
CH₄ 199,40 18.100,07 6,54 0,40 7,30 18.313,71
N₂O 2.020,05 21.030,10 45,19 2,79 50,79 23.148,92
Bracell 164.648,92 716.462,41 3.180,58 994,03 3.602,63 888.888,57

 

Emissões diretas de gases de efeito estufa por gás Escopo 3 (t gás)
2025 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
CO₂ 162.429,47 677.332,25 3.128,84 990,84 3.544,54 847.425,94
CH₄ 7,12 646,43 0,23 0,01 0,26 654,06
N₂O 7,62 79,36 0,17 0,01 0,19 87,35

 

Emissões biogênicas Escopo 3 (t CO2 equivalente)
Categorias Escopo 3 Bahia Celulose São Paulo Celulose Papéis Sudeste Papéis Nordeste MS Florestal Total
1. Bens e serviços adquiridos 3.698,04 63,49 0,00 0,00 0,76 4.032,29
4. Transporte e distribuição (upstream) 575,78 20.086,85 0,00 0,00 4.264,24 24.926,87
5. Resíduos gerados nas operações 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
6. Viagens de negócios 0,00 0,00 00,00 0,00 0,00 0,00
7. Transporte de Empregados 4,38 707,96 0,00 155,17 0,00 867,51
9. Transporte e distribuição (downstream) 0,00 512,63 0,00 0,00 0,00 512,63
Bracell 4.548,20 21.370,92 0,00 155,17 4.265,00 30.339,29

GRI 102-8 Intensidade das emissões de GEE

Em 2025, a Bracell aumentou em aproximadamente 23% sua intensidade de emissões de GEE dos Escopos 1 e 2 em relação a 2024. Esse acréscimo foi impulsionado, principalmente, pelo maior consumo de combustíveis fósseis na logística florestal e na indústria.

Emissões (tCO2e) 2023 2024 2025
Escopo 1 e 2 0,174 0,208 0,255

Nota: a métrica de intensidade de emissões da Bracell considera os Escopos 1 e 2 das unidades de celulose de São Paulo e da Bahia, a fim de estar alinhada com o reporte da meta climática de intensidade de emissões.

Saiba mais no conteúdo GRI 305-4.